O homem é uma máquina produtora de pensamentos e sentimentos. Essa atividade é importante para os mestres que trabalham para a evolução da humanidade. O planeta Terra é um organismo do Universo e precisa evoluir, pois é assim que funciona todo esse complexo. A nossa humanidade, ou seja, esse conjunto de indivíduos (espíritos) encarnados e também os desencarnados, atualmente, está vinculada a este planeta, neste estágio de existência (evolução).
Krak dos Cavaleiros
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PENETRANDO O SILÊNCIO
Uma expressão que os estudantes de misticismo muitas vezes usam indiscriminadamente é a de penetrar o silêncio. Uma idéia errada de muitos estudiosos modernos, como acontecia com os ascetas de outrora, é que a existência mortal é maligna. O corpo físico é considerado um grilhão e uma negação dos poderes espirituais. Essa concepção provém do antigo orfismo grego e do zoroastrismo (masdeísmo). Há uma tendência, da parte dessas pessoas mal orientadas, a considerar que as faculdades objetivas estão, de algum modo, continuamente conspirando para iludir e corromper a alma do homem. Por fim, tornam-se tão irracionais nessa crença que, tal como Pirro, o antigo cético, não sairão do caminho de um veículo que se aproxima, porque crêem que seu aparecimento é apenas um engano dos seus sentidos.
Um escritor místico do passado disse que o asceta é uma espécie de atleta, pois se encontra em luta constante com suas crenças religiosas. O asceta procura subjugar todos os seus desejos físicos e combater todos os desejos terrenos dos seus sentidos porque é da opinião que as coisas temporais estão em conflito contínuo com o eu Divino, e ele deseja que este último seja supremo. Pela prática da automortificação e da abnegação — isto é, pela tortura do corpo e negligenciando as suas necessidades — espera libertar o espírito. Portanto, o asceta costuma ser um recluso, que se exclui do mundo, que sobe ao topo de uma montanha ou se retira para o fundo de uma caverna, nas profundezas de uma floresta, para, desse modo, desfrutar do silêncio físico no qual julga que o eu espiritual sozinho possa reinar supremo. Os primeiros monges cristãos eram desse tipo de ascetas. Também eles achavam necessário o homem afastar-se do mundo dos homens para ficar sozinho com a alma.
Não há dúvida de que nossos sentidos físicos realmente geram ilusões. Em grande parte, todo o mundo físico, toda a sua realidade, é uma ilusão e tem de continuar sendo. Nossa concepção empírica do mesmo não é o que ele na realidade pode ser. Entre nossas idéias do mundo físico e o que ele possa realmente ser, estão as sensações e as impressões que têm de ser traduzidas e interpretadas, e, portanto, sofrem alterações. Por conseguinte, se pretendemos falar tecnicamente, devemos dizer que vivemos num mundo de ilusões. Mas precisamos dessas ilusões para existir neste plano. Quando descobrirmos que algo não é o que anteriormente julgávamos que fosse, mudemos nossas interpretações. Não condenemos nossos sentidos objetivos ou seu corpo como inúteis. Além disso, todo esclarecimento, mesmo se adquirido misticamente, tem de ser transformado em realidades materiais, coisas que possam ser utilizadas aqui na Terra, ou ele não nos trará benefício algum. Isto significa que, para utilizarmos livremente uma impressão Cósmica, temos que relacioná-la a alguma realidade que possamos ver, ouvir, sentir ou tocar objetivamente. Uma negação das nossas faculdades físicas eventualmente nos afeta a capacidade de colocá-las a serviço das nossas concepções místicas.
Muitos estudiosos de misticismo usam o termo penetrando o silêncio como uma fuga das realidades da existência, quando é seu dever, como mortais, enfrentá-las e dominá-las. Sempre que surge um problema material de negócios ou assuntos domésticos, em vez de primeiro investigarem objetivamente, com olhos, ouvidos e mente abertos, para ver como ele pode ser enfrentado e superado, eles penetram o silêncio. Para eles, isto significa excluir os fatos perturbadores do problema e passá-lo para uma mente ou inteligência superior. Esta prática não é verdadeiro misticismo e, com freqüência, não passa de indolência.
Misticamente, penetrar o silêncio, muitas vezes, não significa comungar com o Cósmico ou escapar para outro plano de consciência. Pode significar, e muitas vezes significa, libertar-se de todas as outras realidades, exceto a predominante na qual estamos interessados. Pode significar concentração objetiva intensiva num fator importante. Em outras palavras, pode consistir na criação de um mundo mental, talvez durante alguns minutos, onde nada existe, exceto o eu e o problema à mão. Uma pessoa pode penetrar o silêncio de modo a ficar alheia ao seu ambiente e, no entanto, estar usando seus poderes objetivos de raciocínio, aplicando-os à questão em pauta. Um verdadeiro místico sente-se indigno de um apelo à mente universal, de penetrar o silêncio do Cósmico, visando pedir ajuda, se antes disso deixou de exercer seus dotes Divinos de raciocínio e das outras faculdades mentais que lhe foram dadas no nascimento.
Para o verdadeiro místico, silêncio significa a pessoa estar sozinha com a consciência do eu, com o eu como único companheiro. Afinal de contas, uma pessoa pode estar fisicamente sozinha e, entretanto, estar tão preocupada com os problemas do dia, com o pensamento nas coisas do mundo, que, no tocante ao eu, equivale a se encontrar num mundo fervilhante de idéias. Assim, o eu está muito longe de estar sozinho, embora o corpo esteja. O verdadeiro místico pode penetrar o silêncio — isto é, a solidão mística — o isolamento com o eu, em qualquer parte, mesmo no meio de uma rua movimentada, porque ele exclui tudo o mais, exceto o eu.
Maeterlinck, um místico relativamente moderno, disse, com respeito à importância desse silêncio, que "mal os lábios se calam, a alma desperta e prossegue em suas lidas". Com isto queria dizer que, tão logo nos harmonizamos com o eu, separamos nossa consciência do mundo objetivo, tornamo-nos plenamente cientes da atividade da alma. Os homens são sempre propensos ao silêncio, quando estão na presença daquilo que é maior do que podem expressar em palavras. Assim, eles são propensos à devoção e à humildade na presença do grande, e ao introvertermos a consciência para o eu, vivemos o Grande Silêncio.
Ao que dizem, Maomé afirmou que o silêncio dá começo a uma vida de devoção e a uma lembrança freqüente de Deus. Diz-se, também, que a doutrina dos quacres exige que, pelo menos periodicamente, a alma se retire em silenciosa espera, para escutar a voz do Divino. Meister Eckhart, o místico alemão, afirmava que o estudioso de Deus ergue-se acima do disperso, o que se pode interpretar no sentido de que o estudioso do Divino deixa para trás as coisas do mundo — interesses e desejos temporais — e tenta encontrar aquele retiro e aquele silêncio onde nada existe a não ser o Divino.
Resumindo, o princípio oculto do silêncio está em se permitir à alma ouvir sem ouvidos. É também permitir à alma falar ou comungar com o homem por outros meios que não a boca. Consiste numa submissão completa da vontade ao espírito Cósmico, para ouvir aquilo que o ouvido humano não pode ouvir, e falar através da alma e não através do eu mortal.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Israelenses e palestinos recomeçam negociações no Egito
Israelenses e palestinos recomeçam negociações no Egito
"Netanyahu, Hillary Clinton e Abbas"
Mas antes mesmo do início da reunião, com a presença do primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, do presidente palestino, Mahmoud Abbas, e a mediação da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, já eram visíveis as divergências, sem um acordo sobre a pauta da reunião.
De acordo com o jornal israelense Yediot Ahronot, a tensão antes da reunião no balneário de Sharm el-Sheikh é tão alta que os organizadores da cúpula - os governos americano e egípcio - resolveram cancelar as entrevistas coletivas à imprensa, "pois temem que Netanyahu e Abbas comecem a discutir em público".
Representantes palestinos afirmaram que o presidente Abbas deseja discutir primeiramente a questão das fronteiras do futuro Estado Palestino e exigir a continuação do congelamento da construção de assentamentos israelenses nos territórios ocupados.
Já os representantes israelenses disseram que o premiê Netanyahu quer, antes de tudo, discutir questões de segurança e exigir que os palestinos reconheçam Israel como "Estado do povo judeu".
Posições 'irreconciliáveis'
As posições das partes, mesmo antes do início das negociações, são aparentemente irreconciliáveis.
Netanyahu afirmou que não manterá o congelamento dos assentamentos, que deverá terminar no dia 26 deste mês.
O principal negociador palestino, Saeb Arikat, declarou que se a construção dos assentamentos continuar "não haverá sobre o que conversar" e afirmou que os palestinos suspenderão as negociações.
Os palestinos também se negam a reconhecer Israel como "Estado do povo judeu".
De acordo com outro negociador palestino, Nabil Shaat, esse tipo de reconhecimento "contradiz o direito de retorno dos refugiados palestinos" e prejudicaria os árabes-palestinos que são cidadãos de Israel, que seriam "cidadãos de segunda categoria".
Pressão
Para vários analistas locais, a razão principal da retomada das negociações foi a forte pressão exercida pelo presidente americano, Barack Obama, tanto sobre os israelenses como sobre os palestinos.
De acordo com o especialista em politica americana Avi Ben Zvi, "Obama precisa de uma aparência de avanço no processo de paz no Oriente Médio".
Segundo Ben Zvi, a principal motivação do presidente americano para pressionar israelenses e palestinos a retomar as negociações tem ligação direta com as próximas eleições para o Congresso, no dia 2 de novembro.
"Até o dia 2 de novembro, não deverá haver um rompimento das negociações", disse o analista à rádio estatal de Israel, Kol Israel.
Cuidado com o Infarto
Cuidado com o Infarto
Se você fuma, come muita gordura, trabalha fora, tem vida sedentária e ainda por cima está acima do seu peso ideal, é forte candidato a sofrer um ataque cardíaco. O quadro fica ainda pior se você for diabético ou tiver casos de infarto na família.O risco de ter um ataque cardíaco, tanto pode ser para homens, como para mulheres. O número de mulheres com doenças das coronárias tem aumentado muito nos últimos tempos. Se você faz parte deste grupo de risco, saiba como se proteger.
A maior responsável pela obstrução coronariana é o excesso de gordura - colesterol e triglicérides - no sangue. São elas que formam a maior parte das "placas de ateromas", camadas de gordura depositadas nas paredes arteriais. Essas placas, compostas basicamente de colesterol "ruim", o LDL, podem "entupir" as coronárias. Porém, o lado "bom" do colesterol, o DHL, protege a pessoa contra os problemas coronarianos. Esse processo de entupimento das artérias chama-se aterosclerose.
O que é o infarto, quais são os primeiros sintomas e tratamento
O infarto representa a morte de uma porção do músculo cardíaco (miocárdio), por falta de oxigênio e irrigação sangüínea. A oxigenação necessária ao funcionamento do coração ocorre por um conjunto de vasos sangüíneos, as artérias coronárias. Quando uma dessas coronárias se obstrui, impede o suprimento de sangue e oxigênio ao músculo, resultando em um processo de destruição chamado necrose, e se a área necrosada for grande, o coração pára.
O maior sintoma de um infarto é a dor. A sensação é de "aperto" localizada no peito, à altura do coração. Essa dor é tão intensa que provoca suores frios, náuseas, vômitos e vertigens, ela costuma se irradiar para os ombros e braços (geralmente o esquerdo), para a mandíbula, as costas, e a projeção do estômago no abdômen.
O diagnóstico do infarto é realizado através dos exames: eletrocardiograma, hemograma e dosagem, no sangue, de enzimas resultantes da destruição de células cardíacas.
O tratamento deve ser feito
Depois do infarto?
Depois que a pessoa sofre um ataque cardíaco é preciso avaliar o prejuízo, saber qual a extensão do miocardio que foi atingida pela necrose e qual coronária está entupida.
Para saber de tudo isso é preciso realizar exames como o ecocardiograma (ecografia do coração), testes de esforço (exame realizado com a esteira e a ergométrica) e a cineangiocoronariografia (verificação do estado das coronárias e, se necessário, do coração, através da introdução de uma microcâmera nas artérias cardíacas). Só então é escolhido o melhor tratamento definitivo ao caso.
Os métodos mais usados são as cirurgias em que se implantam pontes de veia safena ou mamária. Essas pontes criam uma via alternativa de passagem para o sangue que vai irrigar o músculo cardíaco.
Outra técnica também muito usada é a angioplastia, em que a placa de ateroma é esmagada por um balão de borracha introduzido através de uma artéria.
Mudar os hábitos. Uma questão de sobrevivência.
O primeiro passo é controlar a alimentação. A dieta deve ser composta de carnes magras, de preferência peixes e aves, e muita verdura e legumes. Os óleos indicados são os de origem vegetal, notadamente de milho ou de girassol. Azeite de oliva também é indicado pois é rico em DHL.
Os médicos recomendam começar um programa de exercícios sempre sob orientação. Caminhadas são aconselháveis. Outra recomendação é mudar os hábitos, fugindo do stress e tentando manter a calma em qualquer situação.
O risco de infarto nas Mulheres
Nas mulheres, o infarto costuma ser mais fatal que nos homens. Os fatores podem ser hormonais, que tornam a parede do músculo cardíaco mais fina necrosando com maior facilidade.
Há algum tempo atrás, infarto era coisa para homem. Mas, as coisas mudaram, e a cada dia que passa o número de mulheres infartadas é cada vez maior. As razões são inúmeras, a primeira delas é o fumo, que aumentou sensivelmente entre o público feminino.
A segunda razão é que nos dias de hoje a mulher participa como o homem na vida profissional competitiva. Além dela ganhar um espaço no mercado de trabalho, também ganhou hipertensão arterial, stress emocional e obesidade.
As pílulas anticoncepcionais, que mexem com todo o sistema circulatório, são outro fator. Quando é associado ao fumo, aumenta em dez vezes a chance da mulher infartar.
O outro motivo está na alimentação que está cada vez mais rica em gordura.
Alguns alimentos ricos e pobres em colesterol
Com colesterol | Sem colesterol |
Como evitar o Infarto
- Evite alimentos gordurosos e ricos em colesterol.
- Para de fumar. O cigarro aumenta a pressão e favorece a formação de placas de ateroma e aumenta a freqüência cardíaca.
- Se você é fumante e não consegue parar evite as pílulas anticoncepcionais.
- Use sal com moderação
- Faça exercícios regularmente, sob orientação médica e após teste de esforço. Lembre-se que caminhar é melhor que correr.
- Consuma álcool com moderação.
- Modifique seus hábitos, evitando situações de stress.
- Depois dos 35 anos ou conforme orientação médica, faça uma dosagem anual de colesterol.
- Se for diabético, redobre os cuidados com o infarto.
Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Direotra de Conteúdo e Editora Chefe
Direotra de Conteúdo e Editora Chefe
sábado, 11 de setembro de 2010
KARMA (ESPAÑOL)
Un filósofo del siglo XVII Gottfried Leibniz trató de mostrar cómo la armonía de cuerpo y alma se puede lograr de varias maneras. Sugirió que uno de ellos era más probable en la que el cuerpo y el alma se relacionaron. Para explicar esta armonía, utilizó su famosa alegoría de los dos relojes. Todo comenzó con el supuesto de que dos relojes marcaron el mismo tiempo con precisión. Esto puede ocurrir de tres maneras diferentes. En primer lugar, es la influencia de un reloj mecánico directamente sobre el otro. En otras palabras, uno de los relojes, continuamente, el otro en el momento adecuado, se sincronizan con ella a través de un proceso mecánico. Esto, dijo Leibnitz, es la concepción habitual de la relación de cuerpo y alma, es decir, el alma influye en el cuerpo de forma continua y en ocasiones el cuerpo influye en el alma, y se presume que la relación se establece.
El segundo modo, por el que dos relojes marca la misma hora, un trabajador calificado sería ajustar los relojes, cada minuto, es decir, para hacer ajustes continuos para que coincida con alguna marca que en ese momento. Este segundo ejemplo es el equivalente a la creencia de que Dios o el Espíritu Divino, interviene continuamente en los asuntos humanos. Estas personas se imaginan que Dios vigila constantemente su espíritu y el cuerpo del hombre, es decir, modifica sus relaciones.
El último modo que Leibnitz sugiere dos relojes que podría marcar la misma hora fue que cada uno fue diseñado originalmente para funcionar con precisión desde el principio. En este caso no cada reloj individual sólo marca el momento adecuado, sino también marearia mismo tiempo que todos los demás relojes. Con esto quería decir que si el alma y el cuerpo de los hombres cada uno tiene inherente en sí mismos, su destino específico - la razón de su existencia - y tiene como propósito, no necesita preocuparse de los efectos, o propósitos, entre ellos, porque por supuesto, estos objetivos coinciden, con la intención de alma al Creador y el cuerpo de los hombres que armonizar. Por lo tanto, no habría ninguna razón para influir en los demás, no hay razón para el ajuste continuo de cada hora, en otras palabras, Dios no necesita intervenir para mantenerlos bajo control. También podemos usar la analogía de un tiro de caballos. Cada par tiene anteojeras de caballo. Uno no ve a su compañero, pero se puede ver el objetivo, la dirección que se dirige, y continúa en esa dirección y, por lo tanto, mientras todo el mundo está luchando por sus propios fines individuales, los extremos se superponen y los caballos forman un todo armonioso.
Bueno, la filosofía sugiere que uno de estos tres principios, tan bien presentado que Leibnitz, explica los acontecimientos de nuestra vida y la relación que exista entre el cuerpo y el alma. Sin embargo, podemos aceptar una arbitraria de los tres años que parece probable, o podemos rechazar todas. La manera más inteligente para llegar a un entendimiento sería investigar la experiencia humana, investigar los fenómenos naturales y cósmicos. Por lo tanto, nos podemos encontrar con el derecho positivo de reglamentación para explicar la felicidad, la tristeza, el éxito y la desgracia.
Vamos a empezar con la experiencia humana. Las cosas están ocurriendo constantemente o condiciones. Algo que no era antes, es decir, o eso parece. Sin embargo, con un poco de pensamiento, todos coinciden en que una cosa en sí no puede cambiar su propia composición. Algo que es una sustancia natural no puede ser que la materia y al mismo tiempo convertirse en otra cosa, porque, mientras que en el proceso de modificación no sería lo que fue. Sin embargo, la experiencia común, que las cosas parecen cambiar ellos mismos. Estas cosas, que dan la apariencia de cambio, son objetos que no son de una sola sustancia, pero en realidad son una combinación de acciones, con una parte que actúa sobre la naturaleza de la otra, lo que explica el cambio aparente. Por lo tanto, cuando hablamos de las causas, nos referimos a algún objeto o evento por el cual otro objeto o evento tiene que ocurrir. Un efecto es un cambio provocado por una causa de otra cosa. Así que supongo que no es una sucesión ordenada en el proceso de cambio. En otras palabras, una causa debe preceder el cambio o el efecto que produce.
Se debe entender que no puede haber causas individuales, una cosa no puede actuar por sí sola. Nada puede ser producido a partir de sí mismo. Si es así, las cosas a punto de agotarse. Una generación continua de algo que podría significar que no queda nada de ella. Por otra parte, si una cosa podría tener lugar por completo de sí misma, por lo que tendría un absolutamente independiente. No tienen ninguna relación, no tiene por qué tener relación alguna con cualquier otra cosa. En lugar de un universo homogéneo, tendríamos un heterogéneo. El hecho es que no sabemos de lo verdaderamente independiente en el universo. Todo en la experiencia humana, apunta a la unidad. No puede ser totalmente material auto-generados. Por consiguiente, concluimos que las cosas no salen el uno al otro, pero debido a otros factores, relacionados con uno.
La naturaleza de una causa no puede ser sólo una acción, pero la acción en algo. La acción debe tener algo niña sobre la que actuar. Por analogía, una bala disparada en el vacío (un vacío perfecto, si fuera posible), independientemente de su velocidad, no podía ser una causa, porque no habría nada sobre la que actuar para producir un efecto. Por lo tanto, es metafísica y lógicamente correcto decir que la causalidad es una doctrina que se refiere a la relación entre dos cosas: una activa, o condición, y un pasivo - por lo tanto, ningún acontecimiento o un objeto puede tener una sola causa. El cambio o acontecimiento es siempre el resultado de una combinación de dos cosas, la actividad y la pasividad.
Pronto, todo lo que tiene que tener dos causas, y la causa es relativamente pasiva como activa cuando sea necesario. Si las cosas eran igualmente activo en todos los aspectos, sería igual y no podría producir un cambio o una ocurrencia, porque las cosas no pueda actuar por sí mismos, si no tienen la variante de calidad. Las cosas que son iguales en sus acciones son similares a lo mismo, con lo que se refiere a la acción causal.
En la experiencia humana, observar, y de diferentes maneras, estos dos tipos de causas: la activa y pasiva. Ellos reciben una variedad de nombres. Las causas más activo que podemos entender y, a nuestros sentidos, parece ser activa o provistos de algún tipo de movimiento, llamado causas eficientes. En otras palabras, que parecen contribuir directamente a un resultado. Por ejemplo, la causa activa de una ventana rota es la pelota que le llega. Hay, sin embargo, las causas finales llamada. Estos son realmente los que siguen la interacción entre las causas activas y pasivas. En cierto sentido, una causa final es el resultado, o un fin, lo que puede ser anticipado. Cuando anticipamos un efecto futuro como resultado de causas activas y pasivas, que llamamos el futuro de la causa final.
Por lo tanto, contrariamente a la noción popular, no hay un verdadero estado de equilibrio en la naturaleza. En efecto, tal estado, incluso si fuera posible, ni debe ser deseada por el hombre. La antigua Cábala, los textos tradicionales de los hebreos, contiene una obra conocida como el Sepher Yezirah. Traducido literalmente, significa este título: Libro de la Creación. En este trabajo, se informa que el saldo es neutral entre dos fuerzas opuestas. Cuando dos fuerzas opuestas son iguales en el poder, o en la acción, se neutralizan entre sí. Se produce, entonces una condición de reposo. La casa está en oposición a toda la naturaleza. Por lo tanto, el equilibrio se opone a la fuerza por la cual el rendimiento se produce. El equilibrio es el enemigo de cambio y desarrollo. La Cabalá dice que el equilibrio es una negación permanente que no produce nada.
Eliphas Levi, en sus trabajos sobre el ocultismo, también ataca la idea errónea, muchas veces aceptada por los hombres, ese equilibrio es importante en su vida. Él dice que si dos fuerzas opuestas son absolutos y siempre el mismo, ese equilibrio es una quietud, hay entonces una represión absoluta de cada movimiento, cada acción para la que puede haber cambios o desarrollos. Este equilibrio sería una negación de la vida misma. La medida, dice Levi, es la preponderancia de un impulso alterna a cada lado de la escala, el movimiento, así que la calidad positiva y total de cualquier cosa. Por otra parte, el movimiento o la acción constante en una dirección que produciría la monotonía o la inmovilidad, ya que no habría ningún cambio. inalterabilidad uniformidad son sinónimo de inactividad. La luz debe tener sus propias variaciones de la oscuridad - en otras palabras, disminuye o gradaciones de luz o de su intensidad -, de lo contrario no gozaría de la existencia de la luz. Si alguien nació y se quedó en una habitación llena de luz brillante, una intensidad que fue constante y donde era imposible producir sombras no han percibido el sentido de la luz, porque no habría notado su ausencia, y por lo tanto no sabía que existía.
El pozo también debe tener sus variaciones, su menor grado, o sus aparentes opuestos que llamamos el mal, el bien no existiría de otra manera. Se alcanzaría un equilibrio de inconsciencia moral. No tendríamos conciencia de lo que es bueno. No podría ser ideal. De hecho, podría ser algo bueno si no superior o superior a cualquier otra cosa? Un ocultista dice que el mal aparente y el amor que glorifica, en otras palabras, el mal es buen grado o menor de lo contrario aparente por la cual el bien es ser percibido o deseado.
Todos tienen una especie de satisfacción en sus continuos actos voluntarios, porque, de lo contrario, la persona no iba a continuar tales actos. El que actúa mal es lo que hace feliz. No se dan cuenta que están haciendo mal. Usted puede llegar a saber que su conducta es contraria a lo que la sociedad representa, y que la sociedad puede clasificar en el mal, pero para él como una persona no está mal. La sociedad ha establecido reglas que no son una experiencia íntima, no tan íntimo como actos propios de la persona, en el que se siente placer. La única manera realmente nadie puede saber que sus actos son malos es percibir las sensaciones y sentimientos frente a ellos. Cuando sabes lo contrario de sus acciones, por lo que es capaz de clasificar algunos como buenos y otros tan malos.
El principio natural de causa y efecto, a emitir uno frente al otro, ha dado lugar a importantes desarrollos. Este principio se convirtió en la base de la pura ley de compensación instintiva primera practica en la sociedad humana. Alrededor de 2000 aC, accedió al trono de Babilonia, el sexto miembro del linaje de los reyes amorreos. Llegó a ser conocido como Hammurabi. Él era un genio, tanto en el gobierno y en la guerra. Bajo su dirección, la antigua Babilonia, llegó a la altura de su cultura y se convirtió en una de las principales culturas del mundo antiguo. Sus contribuciones a la civilización de su tiempo y muchos se quedaron primeras influencias en el mundo. Se reorganizó el calendario, lo hizo cumplir con las estaciones, tal como los conocemos. Introdujo un sistema tributario justo, impuesto que grava a los ricos y los pobres. Admite el ciudadano humilde llamamiento a él directamente si creía que los ministros del rey no fueron la administración de justicia.
Lo que más nos interesa es que él empezó a codificar las leyes. Unificado de todos los usos, el derecho consuetudinario, decretos y otras costumbres sociales. Hecho muchos cambios a la administración de justicia. Ordenó que el código de leyes, la primera en la historia del mundo, se entró en una columna de diorita, un monumento de piedra negro. La inscripción cuneiforme fue la escritura cuneiforme utilizada en el momento. En la parte superior de la columna está esculpida una escena que representa al rey recibiendo las leyes de su dios solar. Lo que significaba que se había encendido en su decisión y que no había habido una determinación divina para la codificación de sus leyes y había sido influenciado por poderes más allá de sí mismo, para que él pudiera llevar su trabajo adelante. El código proporcionado la justicia para la viuda y el huérfano, en los tiempos antiguos, como sucede a menudo hoy en día, que fueron explotadas debido a su posición en la sociedad indefensa.
Un principio importante, expresada en el código completo de las leyes, es que los culpables reciban un castigo igual al daño causado a otras personas. Por ejemplo, si alguien por negligencia cause daño a los demás, tenía que intentarlo, como castigo, el mismo efecto causado por su negligencia. Queda expresamente informado de que un constructor tiene que sufrir la misma lesión a un residente cuya casa se desplomó debido a la construcción descuidada. Tales leyes de compensación se basa en el principio de que una persona tuvo que hacer frente a los efectos de sus propios actos, lo que sea. El infractor debe sentir su mal en su propia piel, porque no fue suficiente para simplemente ser castigado por haber hecho mal, usted también debe saber las consecuencias que sus acciones han producido y se sienten efectos similares.
Quinientos años después de la época de Hammurabi, se dice que Moisés recibió los Diez Mandamientos en el Monte Sinaí. Además, se dice que pasó cuarenta días en la montaña, donde recibió una ampliación de los mandamientos originales, una elaboración de su contenido. Las leyes de este último no se escribieron, pero se dice que se ha dado verbalmente por Dios a Moisés y llegó a ser llamada la Ley Oral. Estas leyes orales, tal y como aparecen hoy han sido muy influenciados por la modificación y la adaptación hecha por los rabinos de los siglos.
Estas antiguas leyes hebreas se puede encontrar en el Pentateuco, los cinco primeros libros de la Biblia. Ellos son comúnmente llamadas leyes de Moisés. Parece que tienen grandes coincidencias con el código de Hammurabi. Tal vez la razón es que los hebreos eran esclavos y prisioneros en Babilonia, que permitieron que sus experiencias con las leyes de Hammurabi introducir al menos ajustar su interpretación de las leyes mosaicas. El principio fundamental de estas leyes de Moisés, como el Código de Hammurabi, es que cada uno tiene que sufrir los efectos de sus propias acciones. Por ejemplo, en Éxodo 21: 23-25, encontramos: "... usted pagará vida por vida, ojo por ojo, diente por diente, herida por herida ... ..."
El Libro Egipcio de los Muertos es un ejemplo clásico en el que se fuerza al individuo a sufrir los efectos de sus propias acciones como las causas. El Libro de los Muertos es un título dado por los arqueólogos y egiptólogos a una colección de textos funerarios preparado y compilado durante muchos siglos por los sacerdotes egipcios. En ella se narran las experiencias que los muertos tienen que esperar en otro mundo, sus obligaciones y cómo prepararse para la otra vida, etc. En uno de los muchos que se compone de papiro, hay una escena llamada del Juicio Final, y El Gran Juicio. Muestra una gran sala de reuniones donde se ve a los dioses de la doctrina politeísta imperante en Egipto en ese momento. En el centro de la sala, ante una asamblea de dioses, hay una gran escala. En la parte superior de una viga vertical que sostiene la balanza, se encuentra un mono. El dios mono se asoció siempre con la bolsa, el Dios de la Sabiduría, y en este caso también simboliza la sabiduría. En una de las escalas es una lástima. Esto representa la pureza y la verdad. En el otro lado no es lo que parece ser un pequeño recipiente o vasija de un diseño peculiar, casi siempre el mismo, que se llama Ab. Es un símbolo del corazón.
Toda la escena representa el peso de las virtudes humanas después de la muerte, después de que el fallecido llegó a otro mundo. El corazón está cargado de verdad, para determinar en qué medida los actos de la conducta de sus difuntos, durante la vida, no llegó a un bien positivo, es decir, la verdad y la justicia. Por lo tanto, allí, delante de los dioses, los muertos se ven obligados a soportar la prueba de los efectos de sus acciones. Tote es el Dios de la Sabiduría, que decide el grado de la virtud o el mal de la vida pasada de la persona fallecida.
En los escritos de Confucio es un ejemplo más de cómo el bien y el mal, como los efectos de las acciones, debe ser entendido por nosotros personalmente. Un discípulo preguntó a Confucio si hay una palabra que en sí mismo serviría como una regla práctica de la vida, más concretamente, si hay una palabra cuyo significado se representa cómo un hombre debe vivir? Confucio respondió: "Reciprocidad". Esto significa que lo que no quieres que hagamos que no debemos hacer a los demás.
En los escritos de Confucio se dice claramente que si un hombre ha causado un daño, será castigado en la naturaleza exacta de los daños que causó. Por lo tanto, nos encontramos con que la retribución es la base del derecho de Confucio de la indemnización.
Desde la antigua enseñanzas hindúes vinieron a nosotros una palabra sánscrita que significa causas morales y efectos. Esta palabra es el karma. Etimológicamente, significa hacer o hacer. La doctrina de que sobre esta palabra o la palabra que es la base, se extendió a muchas otras religiones principales de la India - el budismo, por ejemplo. Según Buda, el alma debe incorporar de forma continua durante un período indefinido. Así que el ideal budista es dejar estas encarnaciones continua (realización en forma física). De acuerdo con los principios budistas, los actos de las vidas individuales se convierten en causas y las causas, produciendo una secuencia de efectos. Estos efectos son el karma, y el karma se acumula y se hereda o traídos de una vida anterior.
El alma, por lo tanto, tiene que trabajar el karma antes de que pueda ser liberado de la necesidad de encarnar una y otra vez para formar en el plano mortal. Según Buda, las encarnaciones son como el torno de alfarero, que recibe impulsos de sus manos y sigue girando. Las acciones de cada encarnación es un pulso que mantiene girando la rueda de la reencarnación en forma física. Cuando hay karma, cuando nuestras acciones no se producen, las legumbres no más, la rueda de la reencarnación cesa su movimiento y el alma es de nuevo obligados a vivir en un cuerpo en la Tierra.
Los budistas dicen que el karma es cuádruple. No es el karma que da fruto en esta vida, durante nuestra existencia mortal aquí, el karma que da fruto en una vida futura, el karma que da fruto en un tiempo indeterminado, es decir, que puede ocurrir en esta vida o en la vida posterior de muchos, de esto, y no el karma pasado. Los pensamientos producen actos ahora en nuestros resultados actuales vida karma en la próxima encarnación. Si, sin embargo, no tienen efecto, se convirtieron en el karma pasado, lo que significa que se sintieron aliviados en cierta medida por los actos posteriores. El budismo pone en claro que la culpa de nuestros logros es estrictamente nuestra. Es totalmente una responsabilidad personal. No podemos trasladar la responsabilidad a otros. El budismo también afirma que no hay escape de nuestras propias acciones, las causas se lleven a efecto, sin excepción, en el cielo, en el mar o en tierra. Observa además que cuando sufrimos el mal, aprender a escapar de ella. Esto no significa un escape, sino que, después de haber conocido una vez que los efectos de seguir una causa, aprender a evitar estas causas.
Para el budista, el Karma, la ley es inexorable. No hay excepciones o desviaciones. doctrinas budistas incluyen dos tipos generales de karma: uno es puro y el otro es impuro. impura Karma necesita otra existencia, requiere nueva reencarnación en forma mortal. En el karma impuro, el sufrimiento es siempre proporcional al propio hacer. El alcance de la mala acción de determinar la consecuencia o efecto. Nosotros, aquí, de nuevo, el principio de retribución para el acto. Los hechos del karma puro celebrar la rueda de la reencarnación. El alma se libera de la prisión en forma de nuevo.
El segundo modo, por el que dos relojes marca la misma hora, un trabajador calificado sería ajustar los relojes, cada minuto, es decir, para hacer ajustes continuos para que coincida con alguna marca que en ese momento. Este segundo ejemplo es el equivalente a la creencia de que Dios o el Espíritu Divino, interviene continuamente en los asuntos humanos. Estas personas se imaginan que Dios vigila constantemente su espíritu y el cuerpo del hombre, es decir, modifica sus relaciones.
El último modo que Leibnitz sugiere dos relojes que podría marcar la misma hora fue que cada uno fue diseñado originalmente para funcionar con precisión desde el principio. En este caso no cada reloj individual sólo marca el momento adecuado, sino también marearia mismo tiempo que todos los demás relojes. Con esto quería decir que si el alma y el cuerpo de los hombres cada uno tiene inherente en sí mismos, su destino específico - la razón de su existencia - y tiene como propósito, no necesita preocuparse de los efectos, o propósitos, entre ellos, porque por supuesto, estos objetivos coinciden, con la intención de alma al Creador y el cuerpo de los hombres que armonizar. Por lo tanto, no habría ninguna razón para influir en los demás, no hay razón para el ajuste continuo de cada hora, en otras palabras, Dios no necesita intervenir para mantenerlos bajo control. También podemos usar la analogía de un tiro de caballos. Cada par tiene anteojeras de caballo. Uno no ve a su compañero, pero se puede ver el objetivo, la dirección que se dirige, y continúa en esa dirección y, por lo tanto, mientras todo el mundo está luchando por sus propios fines individuales, los extremos se superponen y los caballos forman un todo armonioso.
Bueno, la filosofía sugiere que uno de estos tres principios, tan bien presentado que Leibnitz, explica los acontecimientos de nuestra vida y la relación que exista entre el cuerpo y el alma. Sin embargo, podemos aceptar una arbitraria de los tres años que parece probable, o podemos rechazar todas. La manera más inteligente para llegar a un entendimiento sería investigar la experiencia humana, investigar los fenómenos naturales y cósmicos. Por lo tanto, nos podemos encontrar con el derecho positivo de reglamentación para explicar la felicidad, la tristeza, el éxito y la desgracia.
Vamos a empezar con la experiencia humana. Las cosas están ocurriendo constantemente o condiciones. Algo que no era antes, es decir, o eso parece. Sin embargo, con un poco de pensamiento, todos coinciden en que una cosa en sí no puede cambiar su propia composición. Algo que es una sustancia natural no puede ser que la materia y al mismo tiempo convertirse en otra cosa, porque, mientras que en el proceso de modificación no sería lo que fue. Sin embargo, la experiencia común, que las cosas parecen cambiar ellos mismos. Estas cosas, que dan la apariencia de cambio, son objetos que no son de una sola sustancia, pero en realidad son una combinación de acciones, con una parte que actúa sobre la naturaleza de la otra, lo que explica el cambio aparente. Por lo tanto, cuando hablamos de las causas, nos referimos a algún objeto o evento por el cual otro objeto o evento tiene que ocurrir. Un efecto es un cambio provocado por una causa de otra cosa. Así que supongo que no es una sucesión ordenada en el proceso de cambio. En otras palabras, una causa debe preceder el cambio o el efecto que produce.
Se debe entender que no puede haber causas individuales, una cosa no puede actuar por sí sola. Nada puede ser producido a partir de sí mismo. Si es así, las cosas a punto de agotarse. Una generación continua de algo que podría significar que no queda nada de ella. Por otra parte, si una cosa podría tener lugar por completo de sí misma, por lo que tendría un absolutamente independiente. No tienen ninguna relación, no tiene por qué tener relación alguna con cualquier otra cosa. En lugar de un universo homogéneo, tendríamos un heterogéneo. El hecho es que no sabemos de lo verdaderamente independiente en el universo. Todo en la experiencia humana, apunta a la unidad. No puede ser totalmente material auto-generados. Por consiguiente, concluimos que las cosas no salen el uno al otro, pero debido a otros factores, relacionados con uno.
La naturaleza de una causa no puede ser sólo una acción, pero la acción en algo. La acción debe tener algo niña sobre la que actuar. Por analogía, una bala disparada en el vacío (un vacío perfecto, si fuera posible), independientemente de su velocidad, no podía ser una causa, porque no habría nada sobre la que actuar para producir un efecto. Por lo tanto, es metafísica y lógicamente correcto decir que la causalidad es una doctrina que se refiere a la relación entre dos cosas: una activa, o condición, y un pasivo - por lo tanto, ningún acontecimiento o un objeto puede tener una sola causa. El cambio o acontecimiento es siempre el resultado de una combinación de dos cosas, la actividad y la pasividad.
Pronto, todo lo que tiene que tener dos causas, y la causa es relativamente pasiva como activa cuando sea necesario. Si las cosas eran igualmente activo en todos los aspectos, sería igual y no podría producir un cambio o una ocurrencia, porque las cosas no pueda actuar por sí mismos, si no tienen la variante de calidad. Las cosas que son iguales en sus acciones son similares a lo mismo, con lo que se refiere a la acción causal.
En la experiencia humana, observar, y de diferentes maneras, estos dos tipos de causas: la activa y pasiva. Ellos reciben una variedad de nombres. Las causas más activo que podemos entender y, a nuestros sentidos, parece ser activa o provistos de algún tipo de movimiento, llamado causas eficientes. En otras palabras, que parecen contribuir directamente a un resultado. Por ejemplo, la causa activa de una ventana rota es la pelota que le llega. Hay, sin embargo, las causas finales llamada. Estos son realmente los que siguen la interacción entre las causas activas y pasivas. En cierto sentido, una causa final es el resultado, o un fin, lo que puede ser anticipado. Cuando anticipamos un efecto futuro como resultado de causas activas y pasivas, que llamamos el futuro de la causa final.
Por lo tanto, contrariamente a la noción popular, no hay un verdadero estado de equilibrio en la naturaleza. En efecto, tal estado, incluso si fuera posible, ni debe ser deseada por el hombre. La antigua Cábala, los textos tradicionales de los hebreos, contiene una obra conocida como el Sepher Yezirah. Traducido literalmente, significa este título: Libro de la Creación. En este trabajo, se informa que el saldo es neutral entre dos fuerzas opuestas. Cuando dos fuerzas opuestas son iguales en el poder, o en la acción, se neutralizan entre sí. Se produce, entonces una condición de reposo. La casa está en oposición a toda la naturaleza. Por lo tanto, el equilibrio se opone a la fuerza por la cual el rendimiento se produce. El equilibrio es el enemigo de cambio y desarrollo. La Cabalá dice que el equilibrio es una negación permanente que no produce nada.
Eliphas Levi, en sus trabajos sobre el ocultismo, también ataca la idea errónea, muchas veces aceptada por los hombres, ese equilibrio es importante en su vida. Él dice que si dos fuerzas opuestas son absolutos y siempre el mismo, ese equilibrio es una quietud, hay entonces una represión absoluta de cada movimiento, cada acción para la que puede haber cambios o desarrollos. Este equilibrio sería una negación de la vida misma. La medida, dice Levi, es la preponderancia de un impulso alterna a cada lado de la escala, el movimiento, así que la calidad positiva y total de cualquier cosa. Por otra parte, el movimiento o la acción constante en una dirección que produciría la monotonía o la inmovilidad, ya que no habría ningún cambio. inalterabilidad uniformidad son sinónimo de inactividad. La luz debe tener sus propias variaciones de la oscuridad - en otras palabras, disminuye o gradaciones de luz o de su intensidad -, de lo contrario no gozaría de la existencia de la luz. Si alguien nació y se quedó en una habitación llena de luz brillante, una intensidad que fue constante y donde era imposible producir sombras no han percibido el sentido de la luz, porque no habría notado su ausencia, y por lo tanto no sabía que existía.
El pozo también debe tener sus variaciones, su menor grado, o sus aparentes opuestos que llamamos el mal, el bien no existiría de otra manera. Se alcanzaría un equilibrio de inconsciencia moral. No tendríamos conciencia de lo que es bueno. No podría ser ideal. De hecho, podría ser algo bueno si no superior o superior a cualquier otra cosa? Un ocultista dice que el mal aparente y el amor que glorifica, en otras palabras, el mal es buen grado o menor de lo contrario aparente por la cual el bien es ser percibido o deseado.
Todos tienen una especie de satisfacción en sus continuos actos voluntarios, porque, de lo contrario, la persona no iba a continuar tales actos. El que actúa mal es lo que hace feliz. No se dan cuenta que están haciendo mal. Usted puede llegar a saber que su conducta es contraria a lo que la sociedad representa, y que la sociedad puede clasificar en el mal, pero para él como una persona no está mal. La sociedad ha establecido reglas que no son una experiencia íntima, no tan íntimo como actos propios de la persona, en el que se siente placer. La única manera realmente nadie puede saber que sus actos son malos es percibir las sensaciones y sentimientos frente a ellos. Cuando sabes lo contrario de sus acciones, por lo que es capaz de clasificar algunos como buenos y otros tan malos.
El principio natural de causa y efecto, a emitir uno frente al otro, ha dado lugar a importantes desarrollos. Este principio se convirtió en la base de la pura ley de compensación instintiva primera practica en la sociedad humana. Alrededor de 2000 aC, accedió al trono de Babilonia, el sexto miembro del linaje de los reyes amorreos. Llegó a ser conocido como Hammurabi. Él era un genio, tanto en el gobierno y en la guerra. Bajo su dirección, la antigua Babilonia, llegó a la altura de su cultura y se convirtió en una de las principales culturas del mundo antiguo. Sus contribuciones a la civilización de su tiempo y muchos se quedaron primeras influencias en el mundo. Se reorganizó el calendario, lo hizo cumplir con las estaciones, tal como los conocemos. Introdujo un sistema tributario justo, impuesto que grava a los ricos y los pobres. Admite el ciudadano humilde llamamiento a él directamente si creía que los ministros del rey no fueron la administración de justicia.
Lo que más nos interesa es que él empezó a codificar las leyes. Unificado de todos los usos, el derecho consuetudinario, decretos y otras costumbres sociales. Hecho muchos cambios a la administración de justicia. Ordenó que el código de leyes, la primera en la historia del mundo, se entró en una columna de diorita, un monumento de piedra negro. La inscripción cuneiforme fue la escritura cuneiforme utilizada en el momento. En la parte superior de la columna está esculpida una escena que representa al rey recibiendo las leyes de su dios solar. Lo que significaba que se había encendido en su decisión y que no había habido una determinación divina para la codificación de sus leyes y había sido influenciado por poderes más allá de sí mismo, para que él pudiera llevar su trabajo adelante. El código proporcionado la justicia para la viuda y el huérfano, en los tiempos antiguos, como sucede a menudo hoy en día, que fueron explotadas debido a su posición en la sociedad indefensa.
Un principio importante, expresada en el código completo de las leyes, es que los culpables reciban un castigo igual al daño causado a otras personas. Por ejemplo, si alguien por negligencia cause daño a los demás, tenía que intentarlo, como castigo, el mismo efecto causado por su negligencia. Queda expresamente informado de que un constructor tiene que sufrir la misma lesión a un residente cuya casa se desplomó debido a la construcción descuidada. Tales leyes de compensación se basa en el principio de que una persona tuvo que hacer frente a los efectos de sus propios actos, lo que sea. El infractor debe sentir su mal en su propia piel, porque no fue suficiente para simplemente ser castigado por haber hecho mal, usted también debe saber las consecuencias que sus acciones han producido y se sienten efectos similares.
Quinientos años después de la época de Hammurabi, se dice que Moisés recibió los Diez Mandamientos en el Monte Sinaí. Además, se dice que pasó cuarenta días en la montaña, donde recibió una ampliación de los mandamientos originales, una elaboración de su contenido. Las leyes de este último no se escribieron, pero se dice que se ha dado verbalmente por Dios a Moisés y llegó a ser llamada la Ley Oral. Estas leyes orales, tal y como aparecen hoy han sido muy influenciados por la modificación y la adaptación hecha por los rabinos de los siglos.
Estas antiguas leyes hebreas se puede encontrar en el Pentateuco, los cinco primeros libros de la Biblia. Ellos son comúnmente llamadas leyes de Moisés. Parece que tienen grandes coincidencias con el código de Hammurabi. Tal vez la razón es que los hebreos eran esclavos y prisioneros en Babilonia, que permitieron que sus experiencias con las leyes de Hammurabi introducir al menos ajustar su interpretación de las leyes mosaicas. El principio fundamental de estas leyes de Moisés, como el Código de Hammurabi, es que cada uno tiene que sufrir los efectos de sus propias acciones. Por ejemplo, en Éxodo 21: 23-25, encontramos: "... usted pagará vida por vida, ojo por ojo, diente por diente, herida por herida ... ..."
El Libro Egipcio de los Muertos es un ejemplo clásico en el que se fuerza al individuo a sufrir los efectos de sus propias acciones como las causas. El Libro de los Muertos es un título dado por los arqueólogos y egiptólogos a una colección de textos funerarios preparado y compilado durante muchos siglos por los sacerdotes egipcios. En ella se narran las experiencias que los muertos tienen que esperar en otro mundo, sus obligaciones y cómo prepararse para la otra vida, etc. En uno de los muchos que se compone de papiro, hay una escena llamada del Juicio Final, y El Gran Juicio. Muestra una gran sala de reuniones donde se ve a los dioses de la doctrina politeísta imperante en Egipto en ese momento. En el centro de la sala, ante una asamblea de dioses, hay una gran escala. En la parte superior de una viga vertical que sostiene la balanza, se encuentra un mono. El dios mono se asoció siempre con la bolsa, el Dios de la Sabiduría, y en este caso también simboliza la sabiduría. En una de las escalas es una lástima. Esto representa la pureza y la verdad. En el otro lado no es lo que parece ser un pequeño recipiente o vasija de un diseño peculiar, casi siempre el mismo, que se llama Ab. Es un símbolo del corazón.
Toda la escena representa el peso de las virtudes humanas después de la muerte, después de que el fallecido llegó a otro mundo. El corazón está cargado de verdad, para determinar en qué medida los actos de la conducta de sus difuntos, durante la vida, no llegó a un bien positivo, es decir, la verdad y la justicia. Por lo tanto, allí, delante de los dioses, los muertos se ven obligados a soportar la prueba de los efectos de sus acciones. Tote es el Dios de la Sabiduría, que decide el grado de la virtud o el mal de la vida pasada de la persona fallecida.
En los escritos de Confucio es un ejemplo más de cómo el bien y el mal, como los efectos de las acciones, debe ser entendido por nosotros personalmente. Un discípulo preguntó a Confucio si hay una palabra que en sí mismo serviría como una regla práctica de la vida, más concretamente, si hay una palabra cuyo significado se representa cómo un hombre debe vivir? Confucio respondió: "Reciprocidad". Esto significa que lo que no quieres que hagamos que no debemos hacer a los demás.
En los escritos de Confucio se dice claramente que si un hombre ha causado un daño, será castigado en la naturaleza exacta de los daños que causó. Por lo tanto, nos encontramos con que la retribución es la base del derecho de Confucio de la indemnización.
Desde la antigua enseñanzas hindúes vinieron a nosotros una palabra sánscrita que significa causas morales y efectos. Esta palabra es el karma. Etimológicamente, significa hacer o hacer. La doctrina de que sobre esta palabra o la palabra que es la base, se extendió a muchas otras religiones principales de la India - el budismo, por ejemplo. Según Buda, el alma debe incorporar de forma continua durante un período indefinido. Así que el ideal budista es dejar estas encarnaciones continua (realización en forma física). De acuerdo con los principios budistas, los actos de las vidas individuales se convierten en causas y las causas, produciendo una secuencia de efectos. Estos efectos son el karma, y el karma se acumula y se hereda o traídos de una vida anterior.
El alma, por lo tanto, tiene que trabajar el karma antes de que pueda ser liberado de la necesidad de encarnar una y otra vez para formar en el plano mortal. Según Buda, las encarnaciones son como el torno de alfarero, que recibe impulsos de sus manos y sigue girando. Las acciones de cada encarnación es un pulso que mantiene girando la rueda de la reencarnación en forma física. Cuando hay karma, cuando nuestras acciones no se producen, las legumbres no más, la rueda de la reencarnación cesa su movimiento y el alma es de nuevo obligados a vivir en un cuerpo en la Tierra.
Los budistas dicen que el karma es cuádruple. No es el karma que da fruto en esta vida, durante nuestra existencia mortal aquí, el karma que da fruto en una vida futura, el karma que da fruto en un tiempo indeterminado, es decir, que puede ocurrir en esta vida o en la vida posterior de muchos, de esto, y no el karma pasado. Los pensamientos producen actos ahora en nuestros resultados actuales vida karma en la próxima encarnación. Si, sin embargo, no tienen efecto, se convirtieron en el karma pasado, lo que significa que se sintieron aliviados en cierta medida por los actos posteriores. El budismo pone en claro que la culpa de nuestros logros es estrictamente nuestra. Es totalmente una responsabilidad personal. No podemos trasladar la responsabilidad a otros. El budismo también afirma que no hay escape de nuestras propias acciones, las causas se lleven a efecto, sin excepción, en el cielo, en el mar o en tierra. Observa además que cuando sufrimos el mal, aprender a escapar de ella. Esto no significa un escape, sino que, después de haber conocido una vez que los efectos de seguir una causa, aprender a evitar estas causas.
Para el budista, el Karma, la ley es inexorable. No hay excepciones o desviaciones. doctrinas budistas incluyen dos tipos generales de karma: uno es puro y el otro es impuro. impura Karma necesita otra existencia, requiere nueva reencarnación en forma mortal. En el karma impuro, el sufrimiento es siempre proporcional al propio hacer. El alcance de la mala acción de determinar la consecuencia o efecto. Nosotros, aquí, de nuevo, el principio de retribución para el acto. Los hechos del karma puro celebrar la rueda de la reencarnación. El alma se libera de la prisión en forma de nuevo.
CAUSALIDADE E CARMA
Um filósofo do século XVII, Gottfried Leibnitz, esforçou-se por mostrar como a harmonia do corpo e da alma pode ser alcançada de várias maneiras. Sugeriu que uma delas era a mais provável pela qual o corpo e a alma estavam relacionados. Para explicar essa harmonia, utilizou sua famosa alegoria dos dois relógios. Começou com a suposição de que dois relógios marcavam a mesma hora com precisão. Isto pode se dar de três modos diferentes. Primeiro, pode ser a influência mecânica de um relógio diretamente sobre o outro. Em outras palavras, um dos relógios mantém, continuamente, o outro na hora certa, sendo sincronizado com ele, através de um processo mecânico. Esta, dizia Leibnitz, é a concepção usual da relação de corpo e alma; isto é, a alma influencia continuamente o corpo e às vezes, o corpo influencia a alma, pelo que se presume que a relação está estabelecida.
O segundo modo, pelo qual dois relógios marcariam a mesma hora, seria um trabalhador especializado regulando os relógios, de minuto a minuto; em outras palavras, fazer ajustes contínuos para que sempre correspondam na hora que marcam. Este segundo exemplo é o equivalente da crença de que Deus, ou o Espírito Divino, intervém continuamente nos assuntos humanos. Essas pessoas imaginam que Deus constantemente vigia o espírito e o corpo do homem; em outras palavras, ajusta suas relações.
O último modo que Leibnitz sugeriu pelo qual dois relógios poderiam marcar a mesma hora era que cada um fosse originalmente feito para trabalhar com precisão desde o começo. Nesse caso cada relógio individualmente não só marcaria a hora certa, como também, marearia a mesma hora que todos os outros relógios. Com Isto, ele queria dizer que, se a alma e o corpo dos homens têm, cada um, inerente em si, seu propósito específico — a razão da sua existência — e o tem como sua finalidade, não precisam preocupar-se com as finalidades, ou propósitos, um do outro, porque tais finalidades naturalmente coincidiriam, sendo a intenção do Criador alma e do corpo dos homens que eles se harmonizassem. Portanto, não haveria razão para se influenciarem mutuamente, nenhuma razão para ajuste contínuo de hora em hora; em outras palavras, Deus não precisaria intervir a fim de mantê-los sob controle. Poderíamos também usar a analogia de uma parelha de cavalos. Cada cavalo da parelha tem antolhos. Um não vê seu companheiro, mas pode ver o objetivo, a direção em que está indo, e continua naquela direção e, assim, embora cada um esteja lutando pelos seus próprios fins individuais, os fins coincidem e os cavalos formam um harmonioso conjunto.
Pois bem, a filosofia sugere que um destes três princípios, que Leibnitz tão bem apresentou, explica as vicissitudes da nossa vida e a provável relação entre corpo e alma. Todavia, podemos aceitar arbitrariamente qualquer um dos três que nos pareça provável, ou podemos recusar todos. A maneira mais inteligente de se chegar à compreensão seria investigar a experiência humana, Investigar os fenômenos naturais e Cósmicos. Desse modo, podemos descobrir alguma lei reguladora positiva que explique a felicidade, a tristeza, o sucesso e o infortúnio.
Comecemos com a experiência humana. Coisas ou condições estão ocorrendo continuamente. Alguma coisa que antes não era, é, ou pelo menos assim se nos parece. Contudo, com um pouco de raciocínio, todos concordaremos que uma coisa em si não pode mudar sua própria composição. Algo que é uma substância singular não pode ser aquela substância e ao mesmo tempo ser convertida em outra coisa, pois, enquanto está no processo de modificação, não seria aquilo que era. Não obstante, a experiência comum revela que as coisas realmente parecem mudar em si mesmas. Essas coisas, que dão a aparência de mudança, são objetos que não são de uma substância única, mas são realmente uma combinação de partes, com uma parte agindo sobre a natureza da outra; isto explica a mudança aparente. Por conseguinte, quando falamos de causas, referimo-nos a algum objeto ou acontecimento por meio do qual outro objeto ou acontecimento vem a ocorrer. Um efeito é uma mudança produzida por uma causa em alguma outra coisa. Portanto, supomos que exista uma sucessão ordenada no processo de mudança. Em outras palavras, uma causa tem de preceder a mudança ou efeito que ela produz.
Deve-se compreender que não pode haver causas individuais; uma coisa não pode agir sobre si própria. Nada pode ser produzido a partir de si próprio. Se fosse assim, as coisas logo se esgotariam. Uma geração contínua a partir de algo significaria que eventualmente não restaria mais nada daquilo. Ademais, se uma coisa pudesse produzir-se inteiramente a partir de si mesma, então ela seria de natureza absolutamente independente. Não teria nenhuma relação, não precisaria ter qualquer relação, com nenhuma outra coisa. Em lugar de um universo homogêneo, teríamos um heterogêneo. Resta o fato de que não conhecemos nenhuma coisa verdadeiramente independente no universo. Tudo, na experiência humana, aponta para a unidade. Não pode haver coisas inteiramente autogeradas. Concluímos, portanto, que as coisas não saem umas das outras, mas uma em decorrência de outra, com influências relacionadas.
A natureza de uma causa não pode ser meramente ação, mas ação sobre alguma coisa. A ação tem de ter nina coisa sobre a qual agir. Por analogia, uma bala disparada no vácuo (se um vácuo perfeito fosse possível), independente da sua velocidade, não poderia em si ser uma causa, pois não teria nada sobre o qual agir para produzir um efeito. Portanto, é metafísica e logicamente correto dizer que a causação é uma doutrina que diz respeito à relação entre duas coisas: uma ativa, ou condição, e uma passiva — sendo assim, nenhum acontecimento ou objeto pode ter uma causa única. A mudança ou ocorrência é sempre o resultado de uma combinação de duas coisas, a de atividade e a de passividade.
Logo, tudo tem de ter duas causas, e a causa relativamente passiva é tão necessária quanto a ativa. Se as coisas fossem igualmente ativas em todos os aspectos, seriam iguais e não poderiam produzir uma mudança ou ocorrência, pois as coisas não podem agir sobre si mesmas, se não tiverem nenhuma qualidade variante. As coisas que são iguais em suas ações são o equivalente a uma mesma coisa, no que diz respeito à ação causal.
Na experiência humana, observamos, e de maneiras diferentes, esses dois tipos de causas: a ativa e a passiva. Elas recebem uma variedade de nomes. A maioria das causas ativas que somos capazes de perceber e que, aos nossos sentidos, aparecem como sendo ativas ou providas de algum tipo de movimento, chamamos de causas eficientes. Em outras palavras, elas parecem contribuir diretamente para um resultado. Por exemplo, a causa ativa de uma janela quebrada é a bola que a atinge. Há, contudo, as chamadas causas finais. Estas são realmente as que se seguem da interação entre causas ativas e passivas. Num sentido, uma causa final é o resultado, ou um fim, que se pode antecipar. Quando prevemos um efeito futuro como resultado de uma causa ativa e passiva, chamamos esse futuro de causa final.
Logo, contrário à noção popular, não existe um verdadeiro estado de equilíbrio na natureza. Na verdade, tal estado, mesmo que fosse possível, nem deveria ser desejado pelo homem. A antiga Cabala, os textos tradicionais dos hebreus, inclui uma obra conhecida como Sepher Yezirah. Traduzido literalmente, este título significa: Livro da Criação. Nesta obra, está relatado que o equilíbrio é o ponto morto entre duas forças opostas. Onde duas forças opostas são iguais em energia, ou em ação, elas se neutralizam. Ocorre, então, uma condição de repouso. O repouso está em oposição a toda a natureza. Portanto, o equilíbrio se opõe à força, pela qual ocorre a realização. O equilíbrio é o inimigo da mudança e do desenvolvimento. A Cabala diz ainda que o equilíbrio é uma negação permanente que nada produz.
Elifas Levi, em suas obras sobre o ocultismo, também ataca a idéia errônea, muitas vezes aceita pelos homens, de que o equilíbrio é importante em sua vida. Ele diz que, se duas forças contrárias são absolutas e invariavelmente iguais, tal equilíbrio constitui uma imobilidade, existindo, então, uma repressão absoluta de todo movimento, de toda a ação pela qual podem ocorrer mudanças ou desenvolvimentos. Tal equilíbrio seria a negação da própria vida. O movimento, afirma Levi, é a preponderância alternante de um impulso dado a um ou outro lado da balança, sendo o movimento, portanto, a qualidade positiva e total de qualquer coisa. Por outro lado, o movimento, ou a ação constantemente numa só direção, produziria monotonia ou imobilidade, porque não haveria mudança. Uniformidade, inalterabilidade são sinônimos de inatividade. A luz tem de ter suas variações de trevas — em outras palavras, gradações ou diminuições da luz ou de sua intensidade —; do contrário, não apreciaríamos a existência da luz. Se alguém nascesse e permanecesse numa sala banhada de luz forte, de uma intensidade que fosse constante e onde fosse impossível produzir sombras, não teria percepção do significado da luz, porque não teria constatado sua ausência e, assim, não saberia que ela existia.
O bem também tem de ter suas variações, seus graus menores, ou seus opostos aparentes que chamamos de mal, do contrário o bem não existiria. Chegar-se-ia a um equilíbrio de inconsciência moral. Não teríamos consciência do que constitui o bem. Não poderia haver ideal. Na verdade, poderia alguma coisa ser boa se não superasse ou fosse superior a outra coisa? Um ocultista disse que o bem ama o mal aparente que o glorifica; em outras palavras, que o mal é o grau menor do bem ou o oposto aparente pelo qual o bem passa a ser percebido ou desejado.
Todos encontram uma espécie de satisfação em seus atos contínuos voluntários pois, do contrário, a pessoa não continuaria tais atos. Aquele que age mal tem prazer coisas que faz. Não percebe que está fazendo o mal. Pode vir a saber que sua conduta é contrária ao que a sociedade defende, e que a sociedade pode classificá-la de errada, mas para ele, como indivíduo, não é errada. As regras que a sociedade estabeleceu não são uma experiência íntima, não tão íntima quanto os próprios atos da pessoa, nos quais ela sente prazer. A única maneira pela qual alguém pode realmente saber que seus atos são maus é perceber sensações e sentimentos opostos a eles. Quando conhece o oposto dos seus atos, então ele está capacitado a classificar alguns como bons e outros como maus.
O princípio natural de causa e efeito, de lançar opostos uns contra os outros, tem levado a desenvolvimentos importantes. Esse princípio tornou-se a base instintiva pura a primeira lei de compensação praticada na sociedade humana. Por volta de 2000 a.C., subiu ao trono de Babilônia o sexto membro na linhagem dos reis Amoritas. Tornou-se conhecido como Hamurabe. Foi um gênio, tanto na administração como na guerra. Sob sua orientação, a antiga Babilônia atingiu o ápice da sua cultura e tornou-se uma das maiores culturas do mundo antigo. Suas contribuições à civilização do seu período foram numerosas e deixaram influência definitiva sobre o mundo. Reorganizou o calendário, fê-lo conformar com as estações, tais como as conhecemos. Introduziu um sistema tributário imparcial, tributação cobrada igualmente a ricos e pobres. Permitiu que o cidadão humilde lhe apelasse diretamente se achava que os ministros do rei não estavam administrando justiça.
O que nos interessa mais é que começou a codificar as leis vigentes. Unificou todos os usos, o direito consuetudinário, os decretos, os costumes sociais e outros. Fez muitas mudanças, para administração de justiça. Mandou que esse código de leis, o primeiro na história do mundo, fosse inscrito numa coluna de diorito, uma espécie de monumento de pedra negra. A inscrição era cuneiforme, a escrita em forma de cunha usada na época. No alto da coluna foi esculpida uma cena representando o rei recebendo suas leis do deus-sol. O que significava que tinha sido iluminado em sua decisão e que houvera uma deliberação Divina para que codificasse suas leis e que fora influenciado por poderes além de si mesmo, a fim de que pudesse levar a termo sua obra. O código proporcionava justiça para a viúva e o órfão que, naqueles tempos antigos, como acontece muitas vezes hoje em dia, eram explorados devido à sua posição inerme na sociedade.
Um princípio importante, expressado em todo o código de leis, é que o culpado receberia um castigo igual ao dano causado a outros. Por exemplo, se alguém, por negligência, causasse dano a outros, tinha de experimentar, como castigo, o mesmo efeito causado pela sua negligência. Está especificamente relatado que um construtor tem de sofrer os mesmos ferimentos de um morador cuja casa desabou devido à construção descuidada. Tais leis de compensação eram baseadas no princípio de que a pessoa tinha que se dar conta dos efeitos dos seus próprios atos, quaisquer que fossem. O malfeitor devia sentir sua maldade na própria pele, pois não bastava que fosse castigado apenas por haver feito mal, também devia conhecer as conseqüências que seus atos produziram, e sentir efeitos idênticos.
Quinhentos anos após a época de Hamurabe, conta-se que Moisés recebeu os Dez Mandamentos no monte Sinai. Diz-se ainda que ele passou mais quarenta dias na montanha, onde recebeu uma amplificação dos mandamentos originais, uma elaboração sobre seu conteúdo. Estas últimas leis não foram escritas, mas diz-se que foram dadas verbalmente por Deus a Moisés e passaram a ser chamadas de Leis Orais. Estas Leis Orais, como aparecem hoje, têm sido grandemente influenciadas por modificação e adaptação feitas pelos rabinos através dos séculos.
Estas antigas leis hebraicas podem ser encontradas no Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia. Elas são comumente chamadas de leis mosaicas. Verifica-se que correspondem estreitamente ao código de Hamurabe. Talvez a razão disto é que os hebreus, tendo sido escravos e prisioneiros na Babilônia, permitiram que suas experiências com as leis de Hamurabe entrassem pelo menos na adaptação da sua interpretação das leis mosaicas. O princípio fundamental dessas leis mosaicas, como o do código de Hamurabe, é que cada um tem de sofrer o efeito dos seus próprios atos. Por exemplo, no Êxodo 21: 23-25, encontramos: "... pagarás vida por vida, olho por olho, dente por dente, ... ferida por ferida, ..."
O Livro dos Mortos egípcio é outro exemplo clássico no qual o indivíduo é obrigado a sofrer os efeitos dos seus próprios atos como causas. O Livro dos Mortos é um título dado pelos arqueólogos e egiptólogos a uma coleção de textos funerários compilados e preparados ao longo de muitos séculos por sacerdotes egípcios. Nele vêm narradas as experiências que os mortos devem esperar no outro mundo, suas obrigações e a maneira de se preparar para a vida futura etc. Num dos muitos papiros de que é composto, existe uma cena chamada o Juízo Final, ou O Grande Ajuste de Contas. Ela mostra um grande salão onde se vêem reunidos os deuses da doutrina politeísta predominante no Egito àquela época. No centro do salão, perante uma assembléia de deuses, há uma grande balança. No alto de uma viga vertical que sustenta a balança, assenta-se um macaco. O macaco sempre foi associado ao deus Tote, o Deus da Sabedoria, e neste caso também simboliza a sabedoria. Num dos pratos da balança há uma pena. Esta representa a pureza e a verdade. No outro prato há o que parece ser um pequeno recipiente ou vaso, de um desenho peculiar, quase sempre o mesmo, que é chamado Ab. É um símbolo do coração.
A cena toda representa a pesagem das virtudes humanas após a morte, depois que o morto chegou ao outro mundo. O coração está sendo pesado com a verdade, para determinar até onde os atos do morto, sua conduta durante a vida, ficou aquém de um bem positivo; isto é, da verdade e da retidão. Por conseguinte, ali, perante os deuses, o morto está sendo obrigado a sofrer o julgamento dos efeitos dos seus atos. É Tote, o Deus da Sabedoria, quem decide o grau de virtude ou de mal da vida pregressa do defunto.
Nos textos de Confúcio existe mais outro exemplo de como o bem e o mal, como efeitos de atos, têm de ser pessoalmente compreendidos por nós. Um discípulo pergunta a Confúcio se existe alguma palavra que em si e por si serviria de regra prática da vida; mais especificamente, se existe uma única palavra cujo significado represente como o homem deve viver? Confúcio responde: "Reciprocidade". Isso quer dizer que aquilo que não queremos que nos façam não devemos fazer a outros.
Nos Escritos de Confúcio é dito claramente que, se um homem causou um dano, ele será punido na natureza exata do dano por ele causado. Por conseguinte, verificamos que a retribuição é a base da lei confuciana da compensação.
Dos antigos ensinamentos hindus chegou-nos uma palavra em sânscrito que significa causas e efeitos morais. Esta palavra é carma. Etimologicamente, significa feito ou fazer. A doutrina que cerca esta palavra, ou da qual a palavra é a base, propagou-se para muitas das outras religiões principais da índia — o budismo, por exemplo. Segundo Buda, a alma tem de encarnar continuamente durante um período indefinido. Portanto, o ideal budista é fazer com que cessem essas encarnações contínuas (corporificação em forma física). De acordo com os princípios budistas, os atos de cada vida tornam-se causas e, como causas, produzem uma seqüência de efeitos. Estes efeitos são carma, e o carma se acumula e é herdado ou trazido de uma vida anterior.
A alma, portanto, tem de esgotar o carma antes que possa ser liberada da necessidade de encarnar, repetidamente, em forma física no plano mortal. Segundo Buda, as encarnações são como a roda do oleiro, que recebe impulsos das suas mãos e se mantém girando. Os atos de cada encarnação são um impulso que mantém girando a roda do renascimento em forma física. Quando não há mais carma, quando nossos atos não o produzem, não há mais impulsos; a roda do renascimento cessa seu movimento e a alma não é novamente obrigada a habitar um corpo na Terra.
O budista diz que o carma é quádruplo. Há o carma que dá frutos na existência presente, durante nossa existência mortal aqui; o carma que dá frutos numa vida futura; o carma que dá frutos em um tempo indeterminado, isto é, que pode ocorrer nesta vida ou numa das muitas vidas subseqüentes, a partir desta; e há o carma passado. Pensamentos que produzem atos agora, na nossa vida atual resultam em carma na próxima encarnação. Se, contudo, não logram produzir efeitos, eles se tornaram carma passado, o que significa que foram aliviados de algum modo por atos subseqüentes. O budismo deixa claro que a culpa dos nossos feitos é estritamente nossa. Ela é, inteiramente, uma responsabilidade pessoal. Não podemos transferir a responsabilidade para outros. O budismo afirma, ainda, que não há como escapar aos nossos próprios atos; as causas são seguidas de efeitos, sem exceção, nos céus, no mar, ou na terra. Observa, ademais, que quando sofremos o mal, aprendemos a fugir dele. Isto não significa uma fuga, mas, sim, que, uma vez tendo sabido que os efeitos seguem uma causa, aprendemos a evitar tais causas.
Para o budista, o carma, como lei, é inexorável. Não há exceções, nem desvios. As doutrinas budistas incluem dois tipos gerais de carma: um é puro e o outro é impuro. O carma impuro necessita de outra existência; requer nova reencarnação em forma mortal. No carma impuro, o sofrimento é sempre proporcional ao próprio feito. A extensão do mal do ato determina a conseqüência ou efeito. Temos, aqui, uma vez mais, o princípio da retribuição pelo ato. Os feitos de carma puro detêm a roda do renascimento. A alma é libertada de nova prisão na forma física.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Quais são os Cavaleiros Templários até agora?
Por Finlo Rohrer
BBC News Magazine
Reino Unido
A recente decisão do Vaticano para a liberação de documentos sobre a perseguição dos Cavaleiros Templários, no século 14 tem despertado interesse na ordem misteriosa. Mas quais são os dias Templários último a fazer?
Esta é uma história. Na Idade Média havia uma organização secreta chamada Ordem dos Templários. Elas foram dissolvidos com muitos mortos sob as ordens do Papa, porque eles sabiam o segredo que Jesus teve um filho com Maria Madalena. Apesar do assassinato de membros da ordem, sociedades continuar seu legado de conhecimento oculto hoje.
Há um problema com esta versão dos acontecimentos, uma parte inspirada pelo autor de O Código Da Vinci de Dan Brown e outros autores anteriores.
Existem muitas organizações que hoje levam o nome dos Templários, mas para a maior parte, eles estão no negócio de obras de caridade inspirado pela ordem original. Documentos secretos sobre Maria Madalena não estão na ordem do dia.
Os Templários original foi fundada no século 12 para proteger os peregrinos em seu caminho ao longo das estradas perigosas que levou a Jerusalém. Seus membros foram efetivamente armados cavaleiros como monge que foram concedidos determinados privilégios legais e cujo estatuto foi feito pela igreja. Eles eram considerados os possuidores de grandes riquezas e poder.
O major não-católicos filiadas, organização ecumênica Templar é a Ordo Templi Supremus militaris Hierosolymitani. Rastreamento de seus ancestrais de volta a 1804, o grupo sublinha que "recupera o espírito, mas não afirmar qualquer descendência direta da ordem antiga". Os membros efetivos são cristãos, mas os não-cristãos são recebidos como "amigos e aliados".
lado cavalheiresco
Sua filial na Inglaterra e no País de Gales, Grão Priorado dos Cavaleiros Templários, tem cerca de 140 membros. Geoff Beck tem o melhor não-título do século 12 de Webmaster do Grão Priorado e explica que está longe de ser uma seita secreta.
"Temos tido o lado cavalheiresco dele. Ele é um bom padrão para viver até. Recebemos uma ou duas manivelas tentando juntar particularmente após o Código Da Vinci.
"Colocá-lo desta forma, as chaves do cofre contendo cerca de riqueza de Jerusalém nunca foi dado a mim. Nós não temos qualquer cerimônias secretas, as cerimónias de iniciação estão em nossos cultos públicos. Qualquer membro do público é livre para caminhar pol "
Talvez o elo mais forte para a 12th Century Templários é o interesse da versão moderna no Oriente Médio. O Grão Priorado de Inglaterra e País de Gales patrocinadores Medical Aid for Children iraquiano e da Fundação para a Reconciliação no Oriente Médio.
A Idade Média templários tinham uma reputação, usada ocasionalmente em seu detrimento, por estar preparado para negociar com os muçulmanos e judeus, e os Templários modernos, como se ver na mesma veia.
Mais uma vez o trabalho da caridade é a ordem do dia, com um hospital de olhos em Jerusalém é o destinatário da maior parte da captação de recursos.
A vertente principal dos Templários moderna é a organização leiga da Igreja Católica, a Militia Templi, formada em 1979. Novamente, ele não reivindica nenhuma descendência.
Existem várias outras organizações esotéricas ou semi-esotéricas que afirmam algum tipo de ligação, incluindo um homem em Hertford, que diz que ele é um descendente direto de um templário.
Todos eles terão todo o prazer em recente revelação do Vaticano que planeja liberar documentos a partir do século 14, que irá confirmar que comumente realizada opinião de que os templários não eram culpados de heresia e, de fato, sucumbiu à predação de um rei fortemente endividados da França, que foi capaz de intimidar o papa.
Seu legado moderno na Inglaterra, onde a perseguição do século 14 foi relativamente leve, inclui o Interior e Médio Templo da profissão de advogado, uma vez QG dos Templários Inglês ", e parte deles, juntamente com outras organizações religiosas no nascimento do sistema bancário europeu.
Mas os teóricos da conspiração vão continuar procurando os descendentes esquivo segredo, e um punhado de ambiguidade sempre alimentá-los.
"Temos o nosso próprio arquivo que irá provar a nossa própria herança, mas não precisamos de colocar que, na arena pública", explica Beck misteriosamente.
O suplício físico de Jacques de Molay
"
O suplício físico de Jacques de Molay, impotente para produzir nenhum resultado mais que baixamente material, desencadeou sobre a Igreja as forças mágicas que essa acção material era incompetente para dominar, servindo só para as desencadear. E o pior foi que o processo de imolação fosse pelo Fogo, isto é, pelo Elemento da Ordem. Assim, para falar um pouco obscuramente, o que era Adepto Exempto, em vez de passar a Mestre do Templo, foi erguido a Mago, e, apto a pronunciar a Palavra da Era, pronunciou-a como Irmão Negro, e contra a Igreja. Toda a civilização moderna, desde a Reforma aos nossos tempos, no que é oposição à Igreja e conspurcação dela e dos seus princípios, é a vingança encarnada de Jacques do Molay. A fogueira em que foi queimado o Grão-Mestre dos Templários foi o lume que ateou o incêndio em que hoje todos ardemos.
Num ponto, porém, a vingança de Molay, operando per vias inferiores, caiu no mesmo erro em que haviam caído os seus algozes. Foi quando D. Sebastião, AE [Adepto Exempto], foi feito cair em Alcácer Quibir. Caiu pela espada, isto é, pela Terra, e o erro foi o mesmo que o de fazer Molay cair pelo Fogo, porque de igual natureza. No mesmo modo o Adepto Exempto ascendeu a Mago, queimando o grau intermédio, e pronunciou, no tempo dado, a Palavra de Era seguinte."
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